Só temos que parabenizar essa empresa maravilhosa e quase perfeita que é dona desse jogo, onde é permitido todo tipo de hack e sem punição nenhuma. De 10 partidas, 9 têm um cara utilizando hack, mas fica tudo melhor quando, do nada, esse jogo maravilhoso com uma empresa excelente diz que o hack é permitido, pois, se não há punição, é permitido. Me lembra muito o jogo "Ragnarok", onde é cheio de hack e a empresa só diz: "Pelo que observei, não tem!" Parabéns, Valve! Em breve, tenho certeza de que verei em campeonatos quem vai estar com o melhor hack, já que não há punições.
Pô, as vozes e a arte estão muito boas, tirando o Sonar que tem a voz de incel e esquisito (que combina com quem dá a voz), é legalzinho, principalmente levando em conta que o foco é a narrativa. Achei os episódios muito curtos, e as opções não mudam NADA, se bem que no jogo da Telltale Walking Dead, tem vários momentos que convergem pra uma coisa só, um evento obrigatório. A gameplay é aquilo, quase não tem e é bem meia bomba, nem pra abrir uma janela com uma animação do que os personagens estão fazendo, só tem os diálogos mesmo e as cenas de missão pré-definida, como a que faz levar um soco da Invisiputa, de resto é 911 operator ou This is the police. Não acho que faz sentido lançar episódio separado, se já tá tudo pronto, tá achando que é Netflix, porra? Uma coisa era os Telltales, que tinham boas horas de duração e anos de produção entre um e outro, pra que fracionar, pra ficar pseudo relevante por mais semanas? Achei desnecessário. O foco é a narrativa, e parece que PODE vir a ser bom, mas, contrudo, entretanto, porém, pelo preço e pela completa falta de escolha dos dois primeiros episódios, talvez dar uma segurada na emoção seja melhor.